3 de julho de 2011

Por onde começar...

...

E seu eu começasse, falando que, ontem, mamis voltou para o Brasil?
Notícia triste, né?! É eu sei... eu sempre fico arrasada quando uma visita volta para o Brasil.
E quando a visita é a mamis, então, dá vontade de fazer que nem homem apaixonado de novela das 8, que sai correndo loucamente pela pista do aeroporto, atrás do avião que leva sua amada para longe. É exatamente essa a minha vontade quando a minha mãe passa pelo check-in do aeroporto e, estando do lado onde os familiares já não podem mais ter acesso, dá um tchauzinho de até breve.
Nesse momento, cai a ficha do quanto estamos longes e do quanto é dolorosa a distância...


Ufa! Deixa eu me recompor das lágrimas primeiro...  :(
Bem, mas voltando ao título do post, durante esse tempo que minha mãe esteve aqui, andei assim, digamos que, um tanto quanto descomprometida do mundo virtual. Impossível dar conta de tudo e, lógico, minha prioridade era sempre dela. Minha falta de rotina como internauta, contudo, não teve nada a ver com falta do que contar. Pelo contrário. Nesse período, vixe, muitas coisas aconteceram no meu "fabuloso mundo dos quilts". Alguns deles eu já até postei aqui; outros, porém, tiveram que aguardar fila de espera para serem contados.
A partir de hoje, então, de volta à ativa, vou dedicar um post para cada um deles. Seria inviável tudo num só. Sendo assim, segurem as pontas da curiosidade e ...
... senta que lá vêm as histórias! (rs...)

A primeira da fila, advinha, correio do Brasil. Uêbaaaaaaaaaa!!!


E dessa vez, o remetente foi a minha QUERIDA amiga Marlê. Fofa!!!
Mês passado, foi meu aniversário e a Marlê, carinhosa que só comigo, me presenteou com LINDOS mimos feitos por ela mesma. Vejam que BELEZA de trabalho!

Invejaram?! Que pena... pois é TUDO meu! (rs...)

Tudo muito junto e misturado?! Vamos por parte, então.

Caixa fofa (onde vieram os mimos), biscornu, botões de tecido e broche.

A história desse biscornu foi linda. Todos os dias no mundo virtual, era uma avalanche de novos posts, apresentando um modelo diferente desse simpático alfineteiro. Eu, particurlamente, ficava encantada pelos de crochet, técnica que eu acho linda, mas que não sei dar nem o primeiro ponto. Tonta! Mas, já dizia o poeta, quem tem amigos, tem tudo. E ele estava realmente certo. Um dia desses, visitando o blog da Marlê, vi que ela havia feito um biscornu lindo em crochet e eu, MUITO "semvergonhamente", perguntei se ela faria um para mim. Mas assim, sabe, só se ela quisesse, pudesse e tivesse tempo, tendo TODO o direito de me dizer um belo e categórico NÃO. Entenderia perfeitamente e não ficaria nem um pouquinho chateada. Mas a minha amiga é de uma generosidade sem tamanho e, além disso, rápida no gatilho. Vapt-Vupt, "blim-blom", o carteiro tocou a minha campanhia. (rs...)

Broche prá lá de simpático e que eu fiquei maluca de paixão!


Marlê, querida, LINDOS os meus presentes de aniversário! Não só pela beleza do trabalho, mas pelo carinho e generosidade que você teve de não esquecer e atender ao meu pedido "cara-de-pau" com o maior prazer. Vc é, de verdade, especial! EU AMEI e já está em uso.
E se você quiser conhecer mais sobre o trabalho da minha amiga, é só clicar AQUI.
Além desses mimos aí de cima, a caixinha também trazia...

Um colar e duas flores de tecidos que podem ser usadas tando como broche como enfeites de cabelo. LINDOS de viver! Minha mãe ficou encantada quando viu.
Eu adoro flores na roupa e na cabeça. Acho ultra feminio e charmoso.


Ah! A flor rosa, inclusive, pode ser usada como um toque a mais no colar. Não é mesmo chique de doer?!


E, para finalizar, lógico, muitos paninhos BRASILEIROS. Ô perdição!

O tecido de araras, inclusive, ela já me havia mandado um pedaço numa outra vez, contada AQUI, mas que, por uma loooonga história e que não vem ao caso agora, resolveu me mandar esse outro pedaço novamente.
Amo tanto essa estampa que dei até nome para ela. Batizei o tecido de "Brasileirinho". Fala verdade, não é A CARA do Brasil?! Olho para esse tecido e a primeira coisa que me vem à mente é o som do famoso chorinho de Waldir Azevedo.
E como às minhas mãos não dormem no ponto, tomei logo o bonde da criação e viajei na imaginação.


O resultado...

Só amanhã!

Bjs, pessoal, e até a próxima postagem!

9 comentários:

Gerrie disse...

I know the feeling to say goodbye to your family.
I will go next week to see my family in Holland.

What will stay are the good memories of a wonderfull time together.
Kisses, Gerrie

Marina disse...

Ah Mari que maldade to curiosíssima para ver o resultado! Rsrs Quase chorei também com o desabafo da despedida não consigo me imaginar tão longe da minha mãe. Ah, obrigada pelas dicas, amei e se tiver mais serão muuuuiiito bem vindas.

Beijinhos consoladores!


Marina

deise CRAFTS... disse...

Oi querida!
Hummm que triste morar tão longe... imagino o quanto está com o coração apertadinho... demora até voltar a rotina normal né!
Os presentinhos são lindos! Esses tecidos um encanto... essas suas mãozinhas habilidosas devem transformá-los rapidinho!
Beijos!

Marlene disse...

Mari, senti com você a partida da mamis, mas guarde as boas lembranças do tempo em que esteve contigo.
Logo vocês se reencontram e vais chorar de alegria.
Estou curiosa pra ver o que suas habilidosas mãos vão fazer com os tecidinhos.
Um beijo

claudia becker disse...

ei, quer fazer o favor de contar o dia do aniversario?
Ah, parabens atrasado.... no ano que vem com sorte nao vai atrasado.

Que lindas as flores, tb adoro, só nao combinam comigo, minha filha super usa.

O melhor lugar pra gente ter as pessoas que a gente gosta é no coração, dali elas nunca somem, rs.

Isso aí amiga, bora lá fazer trabalho novo!

Nina Dias disse...

oi Deise, que lindos presentes, são lembranças caras para os nossos corações! Pena que a sua mami voltou para o Brasil, dá uma saudade danada né! O importante é que você aproveitou e ficou bem juntinho dela enquanto estava aí e curtiu e deu atenção, não é mesmo! Um beijo querida e boa semana! Nina

Maria Emilia disse...

Nem me fala em despedidas... choro sempre quando falo com minha filhota... é a "síndrome do coração partido"... o coração dói, não de tristeza mas de saudades. O bom de tudo é que passa logo pois sabemos que vamos rever as pessoas que amamos muito breve. Como a Marlene disse, vou aguardar o que estas mãozinhas vão fazer com estes paninhos lindos. Bjs.

De Minas, Uai disse...

ai Mari, chorei junto com você...

e que o brasileirinho traga nosso Brasilzão para bem pertinho de você!
bjinhos mil jeanine

patchworkdulce disse...

Oi Guriazinha, imagino a saudade da mamãe, se precisar de carinho lembra que estou aqui enviando abraços e beijinhos. Os trabalhos estão cada vez mais lindos!!!!